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           Frequentemente aparece no mercado um novo estilo de yoga, sendo que algumas dessas novidades parecem ser, no mínimo, controversas, como é o caso do "Yoga da Cerveja" (Beer Yoga) e do "Yoga sem o Om" (No Om Zone), estilo este que apresenta o diferencial de ter excluído da prática elementos considerados tradicionais do yoga, como o próprio Om. Tais inovações são retratos do processo de globalização, em que produtos culturais de um certo país vão sendo apropriados e rapidamente transformados pela cultura de outro.

          Mesmo que essas transmutações do yoga sejam consideradas válidas do ponto de vista de sua própria essência, que preza pela flexibilidade (não física, mas a capacidade da prática de se adaptar ao "espírito da época"), existe uma preocupação, compartilhada por pessoas ligadas à tradição, em manter aspectos essenciais da filosofia do yoga, que são importantes para a sua caracterização.

          Embora a rigor, seja incorreto dizer que o yoga seja uma filosofia, sua cultura de origem possui um vasto e precioso corpo teórico de conhecimento, na forma de mantras, estórias e diálogos entre mestre e discípulo, que servem como um convite para uma reflexão mais aprofundada sobre a vida. O entendimento e assimilação desses textos expandem o significado do que seria uma "prática de yoga" para além do componente físico .

           Valorizando a tradição do yoga, a escola Yogashala oferece, a partir de Janeiro de 2019, aulas regulares de filosofia do yoga - uma aula mais mental, reflexiva, onde temos a oportunidade de contemplar a língua mãe do yoga, o sânscrito, seu som e sentido.

 

Sejam todos bem-vindos!

namastÊ!